Na aurora antiga da fé que não vacila,
Luzia ergue o olhar, puro e constante,
Que guarda em si a chama fulgurante,
Onde a divina Luz mais rejubila.
Entre a história e a lenda o Amor cintila!
Sua fidelidade, firme e ardente,
Vence o tormento, o açoite, a dor pungente
E afirma a forte fé terna e tranqüila.
Diz a crença ancestral, a doce herança,
Que seus olhos, na oferta do martírio,
Tornaram-se luzeiros de esperança.
Luzia, Lúcia, Luz em sacrifício,
Protege nossa vista e a confiança,
E nos defende de todo malefício.


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