sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Se um dia...

Se algum dia eu aprender
Fazer grande cabedal,
Meter a mão no alheio,
Roubar do povo o "real",
Pode apostar o senhor
Que serei governador
Do Distrito Federal.

Se eu virar sonegador
Sem vergonha e sem pudor,
Tiver sido um mau prefeito,
Ou um mau governador,
Escreva aí, meu irmão,
Já na próxima eleição
Me elegerei senador.

Se algum dia eu conduzir
Dólares bem arrumados
Dentro da minha cueca,
Ou for um dos "aloprados",
Amigo, pode anotar,
Brevemente eu vou chegar
À Câmara dos Deputados.

Se um dia eu desmunhecar
E à mulher não der valor,
Ou por qualquer besteirinha
Gritar logo: "Ai, que horror!!!"
Escreva esta profecia:
Pode saber que um dia
Eu serei governador.

E se eu sonhar ser mulher
Daquelas que não se enfeita,
Tampouco gosta de macho
E quando vê um enjeita,
Não é um sonho, é verdade,
Pois serei desta cidade
Por duas vezes prefeita.

Se noutro dia eu pensar
Que posso me tornar rei,
E quando eu imaginar
Que tudo no mundo eu sei,
Quando eu quiser ser medonho
Mesmo que seja num sonho
Ciro Gomes eu serei.

Se um dia eu fizer plástica
E assim não for mais eu,
Roubar os dinheiros públicos
e dá uma de plebeu,
Pode pôr na sua lista
Eu serei um comunista
Da marca do Zé Dirceu.

Se um dia eu vier a ser
Um mentiroso ferino,
Demagogo, enganador,
E "mensaleiro" cretino,
Pode botar anotado
Eu serei um deputado
Da marca do Genoíno.

Se um dia eu praticar
A violência sinistra,
Assaltando cofre alheio
Para a causa comunista
Aí serei certamente
Candidata a presidente
Ao depois de ser ministra.

Se um dia eu considerar
Um "mensaleiro" inocente
Acobertar falcatrua,
Premiar incomPeTente,
Faça correto registro
Que eu serei um ministro
Ou serei um presidente.

Se eu pensar que todo dia
É o primeiro de abril,
Se eu disser que Zé Dirceu
Não é personagem vil,
Pode anotar claramente,
Eu serei o presidente
Da República do Brasil.

Se eu der razão ao errado
E julgar que o Bem é Mal,
Condenar o inocente,
Liberar o marginal,
Serei sem titubear
Um magistrado exemplar
Do Supremo Tribunal.

Se um dia eu for defensor
Demarginal e de gay,
Desse MST,
Do Stédile e sua grei,
Passar sendo analfabeto,
Serei um homem correto,
Um grande homem da lei.

Se eu defender ladrão
E uns tais decretos profanos,
Se eu fechar os meus olhos
Pros atos dos carcamanos,
Mesmo sendo um grande incréu
Subirei direto ao céu
Pelos Direitos Humanos.

Se um dia eu raparigar,
Encher a cara de cana,
For viado e falar fino
E levar vida profana,
Se eu defender comunista
Serei bom padre na lista
Da Santa Igreja Romana.

Se um dia eu defender
Baitolagem e marginal
E pregar que eles não vão
Sofrer juízo final,
Pode ficar registrado
Logo serei nomeado
Arcebispo ou cardeal.

Porém, se eu for um babaca,
Se toda besteira eu louvo,
Se eu esquecer o passado
E engolir tudo que é novo,
Anote aí, meu amigo,
Com toda franqueza digo:
- Sou um besta chamado...POVO!

E digo mais aos leitores
Que me queiram dar guarida,
A morte fica mais morte,
Fica a vida menos vida.
Quanto a Ciência mais cresce
Mais o Espírito esmorece
Que o povo é massa falida.

Reencarnação

Homem bom, caridoso,homem decente!!!
Dos demais governantes diplomata,
Tudo que diz e faz o povo acata,
Temo que vire um santo de repente.

Se Deus houver já não é tão potente
Ante o poder da mídia e da bravata,
Pois qualquer burro hoje mete a pata
E se compraz em sábio e comPeTente...

Toda obra dantes feita ou programada,
Em face desse deus tudo se anula,
Tudo é perdido, tudo é cinza, é nada!

Vejo, então, que a mitológica mula
Do Livro Santo está reencarnada
Nesse milagre que se chama Lula.

A fala do general

O texto que segue é atribuído ao General-de-Exército Maynard Marques de Santa Rosa
Chefe do Departamento-Geral do Pessoal do Exército. Finalmente, um comandante militar, apesar de sem tropas, dá sua opinião abalizada sobre a tal Comissão da Verdade, inventada pelo comunista Vanuchi, Secretário de Direitos Humanos da Presidência da República. Leiamos:

"A verdade é o apanágio do pensamento, o ideal da filosofia, a base fundamental da ciência. Absoluta, transcende opiniões e consensos, e não admite incertezas.
A busca do conhecimento verdadeiro é o objetivo do método científico. No memorável "Discurso sobre o Método", René Descartes, pai do racionalismo francês, alertou sobre as ameaças à isenção dos julgamentos, ao afirmar que "a precipitação e a prevenção são os maiores inimigos da verdade".
A opinião ideológica é antes de tudo dogmática, por vício de origem. Por isso, as mentes ideológicas tendem naturalmente ao fanatismo. Estudando o assunto, o filósofo Friedrich Nietszche concluiu que "as opiniões são mais perigosas para a verdade do que as mentiras".
Confiar a fanáticos a busca da verdade é o mesmo que entregar o galinheiro aos cuidados da raposa.
A História da inquisição espanhola espelha o perigo do poder concedido a fanáticos. Quando os sicários de Tomás de Torquemada viram-se livres para investigar a vida alheia, a sanha persecutória conseguiu flagelar trinta mil vítimas por ano no reino da Espanha.
A "Comissão da Verdade" de que trata o Decreto de 13 de janeiro de 2010, certamente, será composta dos mesmos fanáticos que, no passado recente, adotaram o terrorismo, o sequestro de inocentes e o assalto a bancos, como meio de combate ao regime, para alcançar o poder.
Infensa à isenção necessária ao trato de assunto tão sensível, será uma fonte de desarmonia a revolver e ativar a cinza das paixões que a lei da anistia sepultou.
Portanto, essa excêntrica comissão, incapaz por origem de encontrar a verdade, será, no máximo, uma "Comissão da Calúnia".

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Ludíbrio

O Plano de Aceleração do Crescimento - PAC, primeira etapa de uma estratégia com vistas a perpetuação do PT no poder, não emplacou. Enrolou-se no meio do caminho, com questionamentos feitos pelo Tribunal de Contas da União-TCU, inclusive. Não se terminou o PAC 1, mas já se faz propaganda do PAC 2. E com Dilma Roussef a tiracolo.

Agora, competência mesmo é a que o governo lulo-petista-comunista tem para ludibriar as populações ignaras, impingindo-lhes obras virtuais como se de verdade fossem.

Vamos internacionalizar tudo!

Na internet tem de tudo e a gente nem sabe o que é verdade ou mentira.Direitos autorais dos textos, aí nem se fala. Todavia, vale a ideia. Se o texto abaixo émesmo de autoria do Senador Cristovam Buarque, melhor ainda. Se não, cukpa de quem o pôs na net. Na verdade o carão que ele passa nos norteamericanos é delicioso.

Eis o texto:

Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.
O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.
Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque:
"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.
"Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.
"Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço."
"Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. "Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
"Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
"Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
"Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.
"Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!

Colocando os pingos nos is

É no mínimo uma idiotice a crítica aos Estados Unidos por estaremenviando milhares de soldados ao Haiti. Os EUA têm poder e dinheiro. Têm experiência em ações desse tipo e condições de pôr ordem em um país totalmente destruído. Desgovernado o Haiti sempre esteve. É necessário que gente como os americanos tomem conta daquela badernha. Manda quem pode e obedece quem tem juízo. Os demais têm mais é que recolherem-se à sua insignificância.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Editorial equivocado

O Editorial do Jornal O POVO de hoje é, no mínimo, ingênuo. Mas, como nesses tempos pós-modernos não há mais lugar para ingeuidade, principalmente de um jornalista que se deve ter por bem informado, não seria incorreto afirmar que o escritor do texto, (o pensamento do jornal), comete um equívoco, qual seja o de pensar que o Haiti tem condições de se recuperar sozinho. É a mesma coisa pensar que um psicopata à solta vai deixar de cometer outra atrocidade. No Haiti o que se viu até hoje, desde sua independência, foi corrupção, violência, primitivismo. Praticados pelos próprios. Ou seja,haitianos contra haitianos. Presentemente a ira da Natureza só agravou o problema. Nem as sete pragas do Egito conseguirão melhorar a mentalidade dos dirigentes do país, assim como as da narrativa bíblica não conseguiram domar a mente belicosa do Faraó.