Qual boi silente, à sombra do convento,
Tomás rumina o Verbo eterno e puro,
É um luzeiro aceso em claustro escuro,
A unir fé e razão num só intento.
Da graça e lei sondara o fundamento,
Luz acendera em face do obscuro;
Razão e fé, caminho mais seguro
Para alcançar maior conhecimento...
Do ente ao "Ipsum Esse": elevação!
Mostrando em Deus essência e ser idênticos;
Nos sacramentos, os sinais autênticos.
Quais duas naturezas: fé, razão!
E mais o Cristo vivo ali no pão...
Eis mistérios sagrados e... helênicos!


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